Penso que muitos de nós já ouvimos algumas dessas frases: decidi meu voto, será da Marina; gostava dela quando era ministra do meio ambiente; acho ela porreta; o candidato a vice dela é um grande empresário.
Por outro lado ouvimos também: a Dilma não desce na minha garganta; não gosto da Dilma; se fosse o Lula votaria nele, nela não tem jeito; não acho que será uma boa presidenta.
A maioria da mídia vai dar destaque para a Marina, por uma razão muito simples, incentivar o voto na Marina poderá possibilitar que o candidato Demotucano José Serra vá para o Segundo turno. É o que eles desejam.
Não querem ver o Lula em alta como está hoje. Eleger a Dilma é colocar a direita no seu devido lugar, ou seja, no esquecimento.
A partir de agora com a derrocada do seu candidato nas pesquisas a mídia vai alçar ainda mais a Marina como alternativa à Dilma, dando a ela mais tempo na TV e em todos os noticiários, como se ela fosse a melhor pessoa do mundo.
Nada contra a companheira Marina. Realmente ela é coerente com o que prega, mas por que não deram esse tempo que ensaiam dedicar agora quando ela lutava contra o desmatamento da Amazônia. Quando clamava pela prisão dos assassinos de Chico Mendes, da irmã Doroty e tantas outras lutas pela vida e dignidade do povo brasileiro? Esses assuntos não interessavam e não interessam para as elites brasileiras. Hoje a companheira Marina está sendo útil para aqueles que defendem o retrocesso nos rumos do Brasil.
Ela foi do PT. Foi do Governo Lula. Os petistas e boa parte da esquerda brasileira a respeita. Tenho comigo que vão fazer com ela o mesmo que fizeram com a Heloisa Helena. Vão usá-la tanto quanto for possível e depois deixá-la no esquecimento. Não tenho dúvida alguma sobre isso. Gosto da Marina e a respeito, pois defende bravamente o que pensa, mas infelizmente deixou-se levar com a proposta de ser presidenta do Brasil.
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Teles querem barrar plano de banda larga do Governo
Algumas notícias chamam muito nossa atenção. Nesse momento o que tem me causa estranheza é ver em diversos jornais que as empresas de telecomunicações que sempre são tratadas como concorrentes (Embratel, Oi, Telefônica e GVT), se uniram para barrar o plano de banda larga do Ggoverno Federal. Na era FHC, farra das privatizações, os maiores argumentos eram de que a iniciativa privada é mais eficiente e pratica preços menores; a livre concorrência é saudável para a economia e uma série de outras razões, que no caso do Brasil não se configurou. Basta ver as listas intermináveis de reclamações no Procon contra os péssimos serviços que são prestados. Preços abusivos. Muitas vezes são vendidos pacotes para regiões onde os serviços não estão disponíveis, além de uma gama interminável de descontentamentos da sociedade.
Falar em cobertura e velocidade fica ainda pior. Os jornais mostram claramente que estes estão longe de ser o que foi anunciado em 1998.
O Governo Lula pretende dobrar a quantidade de domicílios com acesso a internet em banda larga até 2014, fazendo com que 39,8 milhões de residências possam usar o serviço. Hoje, de cada 100 brasileiros, cinco possuem acesso à internet rápida. Com a reativação da Telebrás, o Governo Federal pretende universalizar o acesso à web no país.
No Plano Nacional de Banda Larga há dois preços: R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784 kbps (quilobits por segundo) e R$ 15 para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps e com limitação de downloads. As médias das mensalidades pagas no Brasil giram em torno de R$ 50. O preço será um dos fatores que poderá popularizar o acesso no país.
De acordo com Rodrigo Abdala, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea), a expectativa é que as velocidades aumentem conforme ocorra a expansão da banda larga pelo país. No Japão a média chega a quase 100mbps. Nos EUA 9,8 mbps. No México 1,5 mbps. No Brasil, a média de velocidade da conexão é de 1,08 mbps.
Falar em cobertura e velocidade fica ainda pior. Os jornais mostram claramente que estes estão longe de ser o que foi anunciado em 1998.
O Governo Lula pretende dobrar a quantidade de domicílios com acesso a internet em banda larga até 2014, fazendo com que 39,8 milhões de residências possam usar o serviço. Hoje, de cada 100 brasileiros, cinco possuem acesso à internet rápida. Com a reativação da Telebrás, o Governo Federal pretende universalizar o acesso à web no país.
No Plano Nacional de Banda Larga há dois preços: R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784 kbps (quilobits por segundo) e R$ 15 para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps e com limitação de downloads. As médias das mensalidades pagas no Brasil giram em torno de R$ 50. O preço será um dos fatores que poderá popularizar o acesso no país.
De acordo com Rodrigo Abdala, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea), a expectativa é que as velocidades aumentem conforme ocorra a expansão da banda larga pelo país. No Japão a média chega a quase 100mbps. Nos EUA 9,8 mbps. No México 1,5 mbps. No Brasil, a média de velocidade da conexão é de 1,08 mbps.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Executiva da Folha afirma: a mídia faz o papel da oposição
As declarações que circulam diariamente pela imprensa brasileira e pela internet contra o governo Lula e a pré-candidato Dilma representam uma posição político-partidária.
Para confirmar tal afirmação abaixo reprodução de notícia publicado no site: http://www.horadopovo.com.br/ , do Jornal Hora do Povo:
ANJ: “estamos de fato sendo oposição ao governo” Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e executiva da “Folha de S.Paulo”, afirmou que a mídia está “fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada”. “E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo”, acrescentou, admitindo que a mídia tem assumido no Brasil uma postura de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo “O Globo”, a declaração se deu quando ela fazia críticas à terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Em meados de março, a ANJ, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) e a Fecomercio, avaliaram a possibilidade de ingressar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o programa.
Para Judith, o PNDH-3 estaria colocando em risco a “liberdade de imprensa” que, segundo disse, seria “um bem maior que não deve ser limitado”.
Para confirmar tal afirmação abaixo reprodução de notícia publicado no site: http://www.horadopovo.com.br/ , do Jornal Hora do Povo:
ANJ: “estamos de fato sendo oposição ao governo” Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e executiva da “Folha de S.Paulo”, afirmou que a mídia está “fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada”. “E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo”, acrescentou, admitindo que a mídia tem assumido no Brasil uma postura de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo “O Globo”, a declaração se deu quando ela fazia críticas à terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Em meados de março, a ANJ, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) e a Fecomercio, avaliaram a possibilidade de ingressar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o programa.
Para Judith, o PNDH-3 estaria colocando em risco a “liberdade de imprensa” que, segundo disse, seria “um bem maior que não deve ser limitado”.
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