quarta-feira, 30 de junho de 2010

São Paulo tem os pedágios mais caros do mundo

Quem utiliza as estradas paulistas a partir de amanhã, quinta-feira terá que preparar o bolso, as tarifas de pedágios das rodovias concedidas do Estado de São Paulo vão subir. Segundo a Artesp – Agência de Transporte do Estado de São Paulo, que regula o setor, o reajuste varia entre 4,17% e 5,21%, dependendo de quando a estrada foi entregue à iniciativa privada.
As rodovias mais antigas, com concessão entre 1998 e 2000, vão ter o aumento com base no IGP-M (4,17%). Já as mais recentes, como o trecho oeste do rodoanel e a Ayrton Senna, o reajuste tem como base o IPCA (5,21%).
O aumento atinge todos os brasileiros que circulam ao longo dos mais de 5.306 km de estradas. Na Imigrantes, por exemplo, que liga a capital paulista ao litoral sul, o preço vai aumentar de R$ 17,80 para R$ 18,50. Na Bandeirantes, o pedágio dos km 39 e 77 sobe de R$ 6,10 para R$ 6,35. Na Anhanguera o reajuste será o mesmo nas praças do km 26 e 82. Na Castelo Branco e na marginal na altura dos km 18 e 20 o valor salta de R$ 2,80 para R$ 2,90. Na Marechal Rondon, km 259, em Botucatu o valor altera de R$ 3,30 para R$ 3,45.
As estradas paulistas realmente tem boa qualidade, também é verdade que os municípios cortados pelas rodovias concedidas recebem Imposto Sobre Serviços, porém quem paga a conta é o “pacato cidadão”. Todos os produtos que chegam, passam ou saem da capital paulista terão seus preços aumentados.
De todos os lugares do Brasil, aquele que passar pelo Estado de São Paulo pagará o novo preço do pedágio. A situação fica pior para os pequenos municípios que estão ilhados e sem alternativas para escoar suas produções. É dessa forma que o PSDB administra com concessões generosas para alguns empresários e dolorosas para o brasileiro.

Para ver a tabela completa: http://www.artesp.sp.gov.br/

terça-feira, 22 de junho de 2010

Governo Lula gera 13.013.131 empregos formais

O Brasil está comemorando mais um recorde na geração de empregos. Dados do CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados pelo Ministério do Trabalho na segunda-feira (21) revelam que foram criadas 298.041 vagas de emprego com carteira assinada em maio deste ano.
Com este resultado o número de vagas abertas nos cinco primeiros meses de 2010 superou o registrado em todo ano passado - quando foram criados 995,11 mil empregos formais.
Segundo o Ministro Carlos Lupi: "Os destaques foram serviços, agricultura, principalmente café e cana-de-açúcar. A indústria de transformação também teve um número bastante elevado. O parque industrial brasileiro está voltando ao seu limite de ocupação. O comércio continua batendo recorde. Foi o terceiro mês consecutivo de recorde. Construção civil continua mostrando excelente resultado".
O setor de serviços criou de 86,1 mil postos formais, seguido pela agropecuária (62,24 mil vagas), pela indústria de transformação (62,22 mil empregos), pelo comércio (43,4 mil vagas) e pela construção civil, com 39 mil empregos formais.
Os números são resultado de cinco recordes seguidos registrados desde o início do ano. No acumulado as vagas criadas em 2010 chegam a 1.260.368, também o melhor resultado da série histórica, iniciada em 1992.
De acordo com a previsão o ano de 2010 entrará para história com número recorde de geração de empregos formais. O ano de 2007 ainda detém a maior marca: 1,617 milhão de vagas com carteira.
"Chegamos a 13.013.131 empregos gerados durante o Governo Lula. E o Brasil continuará crescendo e batendo recorde de empregos. Este ano temos dois fatores sazonais importantes para o crescimento do setor de Serviços, que são a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Em junho podemos chegar a 320 mil empregos, superando o recorde histórico para todos os meses, que é de 309 mil. E no segundo semestre os resultados continuarão positivos, beirando sempre os recordes de cada mês e fechando o ano com PIB em cerca de 7,5%", informa Lupi.
Na avaliação do ministro se mantido o ritmo atual ao fim do governo Lula serão gerados 15 milhões de novos empregos, entre celetistas e estatutários civis e militares.
Quando o presidente Lula falou na geração de 10 milhões de empregos durante o seu governo ele estava certo, ou melhor, superou todas as expectativas.

Fonte: http://www.mte.gov.br/


terça-feira, 15 de junho de 2010

A oposição quer ganhar no tapetão

Que a corrida eleitoral começou ninguém tem dúvida. Por isso vemos a batalha judicial contra qualquer ato “dos agora candidatos”. A impressão é que para alguns a vitória nas urnas não será importante. Melhor seria impedir que os outros concorrentes não participassem do processo eleitoral. A chamada vitória no “tapetão” como se diz no meio futebolístico.
Outra guerra que vem ganhando espaço a cada dia é por meio da internet. São blogs, Facebook, Twitter, MySpace e uma série de e-mail’s requentando notícias e tantos outros assuntos, na maioria, resolvidos ou já esclarecidos.
Na minha modesta opinião acredito que a coisa vai ficar muito pior, principalmente quando os grandes meios de comunicação concluírem que a Dilma será a presidenta do Brasil.
Hoje estão fazendo um jogo rasteiro. Usando de diversos artifícios para maquiar suas posições. Fazendo parecer que as grandes corporações da mídia nacional são democráticas e imparciais.
Penso que logo após as próximas pesquisas teremos um termômetro do que poderá acontecer. Serra na frente continuará no mesmo ritmo, escondido por trás dos seus colunistas, porém se a Dilma estiver na frente a “chapa vai esquentar” e as máscaras cairão.
Assim, teremos que estar preparados para enfrentar uma fúria muito maior do que foi a ditadura.
Naquela época, sabíamos com quem estávamos lutando. Hoje a direita está travestida de democratas e farão parecer que são acima do bem e do mau.
Vamos ter que formar redes eficientes que possam fazer frente ao desespero da oposição do governo Lula. Será necessário ler textos e emitir opiniões sobre os assuntos pautados pela mídia.
Teremos que reproduzir posições que são favoráveis à nossa candidata afim de contrapor os que são contrários. Fazer comentários nos textos dos colunistas dos grandes jornais, para que saibam que nem todos concordam com suas manifestações.