sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Conselho Municipal de Saúde elege novo presidente e conselheiros são empossados


Na última quarta-feira, dia 29 de novembro, os novos conselheiros municipais de saúde, empossados pelo prefeito no dia 28, elegeram o novo presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Osasco, Antonio Jardim, para a gestão 2011/2013, e a secretária executiva do Conselho, Liberaci de Oliveira de Souza.
Na ocasião, também aconteceu a última reunião dos conselheiros, cujo mandato foi de 2009 a 2011 e a aprovação da última ata de reunião. Em seguida, foi realizada a primeira reunião ordinária da nova gestão, que contou com a presença dos novos conselheiros.

Dois candidatos concorreram à presidência, dos quais Antonio Jardim, eleito por 15 votos a um, assumiu o cargo até então ocupado por Regina de Oliveira Martini Cottes.

Na primeira ação como presidente do CMS, Antonio Jardim irá representar o município de Osasco e o Estado de São Paulo na 14ª Conferência Nacional de Saúde em Brasília, que acontece de 30 de novembro a 4 de dezembro, com mais 5 delegados do Conselho Municipal de Saúde. Mariselles Pinheiro de Souza Cunha e Suzete Souza Franco, representantes do segmento trabalhadores; Maria Regina Martini de Oliveira Cottes e Maria Crisitna Corredor, representantes do segmento usuários; e Antonio Jardim e Solange Cristina Silva, representantes do Governo. Os delegados irão defender as propostas aprovadas na 6ª Conferência Estadual de Saúde.

Jardim agradeceu pela oportunidade, citou que já milita na área da saúde há muito tempo e que almeja que, com sua disponibilidade e trabalho, possa contribuir com os papeis fiscalizador, deliberativo, orientador e de controle social do órgão. “O conselho é um instrumento importante para discutir e nortear as políticas de saúde no município, por isso quero contribuir para melhoria da qualidade no atendimento à população, cumprindo o mandato em sintonia com o governo municipal”, concluiu.

NOVOS CONSELHEIROS
Já na noite da última segunda-feira, 28 de novembro, o prefeito Emidio de Souza realizou em seu gabinete, a cerimônia de posse dos novos membros do Conselho Municipal de Saúde.
O órgão é permanente e deliberativo, formando por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários. Atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.
Durante o evento a então presidente do Conselho, Regina Martini, elogiou o trabalho dos conselheiros salientando a importância de cada um no decorrer de sua gestão.  "Agradeço a todos pelo apoio e pela confiança que depositaram no nosso trabalho, desejo sorte e perseverança aos novos conselheiros nessa missão que é o de fortalecer cada vez mais o SUS", disse.
Para o secretário de Saúde Gelso de Lima, o Conselho surgiu não só para se fazer cumprir o que diz a lei, mas também para ajudar a cidade a enfrentar os desafios da área da Saúde no município. “Essas ações fazem parte de uma gestão democrática. Sabemos que os conselheiros executam ações de fiscalização de forma voluntária, costumo dizer que atuar na área da saúde é um trabalho de militância, exige dedicação e entrega.”, destacou.
Já o deputado federal João Paulo Cunha falou sobre a importância do trabalho desenvolvido pelos Conselhos. “Tenho certeza de que este novo conselho vai cumprir seu papel e ajudar muito nossa cidade. O conselheiro não foi escolhido para resolver problemas pessoais, acomodar situações ou ajeitar as coisas para um médico ou outro. Conselheiro é para servir como ponte entre o cidadão e o poder público. Se tiver que criticar, tem que criticar. Essa é a responsabilidade do conselheiro. E é bom que o conselheiro leve ao secretário de saúde os problemas, que faça a crítica. Criticar não significa estar contra. Significa que ele quer fazer daquela crítica uma alavanca, um motor para resolver problemas”, afirmou.
Na ocasião, o prefeito Emidio de Souza agradeceu cada conselheiro eleito e destacou o desafio que vão assumir, já que a partir de agora começam a defender os direitos e deveres da população junto ao Sistema Único de Saúde (SUS).  “Osasco tornou-se uma cidade democrática e que investe, por meio de seus conselhos, em uma sociedade civil organizada”, afirmou.
Também prestigiaram o evento o deputado estadual Marcos Martins, o Chefe de Gabinete do prefeito e coordenador do Orçamento Participativo (OP), José Pedro da Silva; os secretários municipais Paulo Fiorilo (Administração), Renato Afonso Gonçalves (Assuntos Jurídicos), a coordenadora da Mulher e Promoção da Igualdade Racial, Sonia Rainho; a coordenadora de Relações Internacionais, Gleides Sodré Almazan; a diretora de Comunicação Social, Emilia Cordeiro; os vereadores Aluisio Pinheiro (presidente da Câmara Municipal), Valmir Prascidelli (líder do prefeito na Câmara), Antonio Toniolo, Eduardo Martins (o Eduardão), João Góis, Nelson Matias, Osvaldo Vergínio e Valdomiro Ventura; dentre outras autoridades.


Milene Carvalho e Juliana Oliveira
Assessoria de Comunicação da Secretaria da Saúde
Departamento de Comunicação Social
Telefones: (11) 3652-9456 / 3652-9520
Fotografia: Ivan Cruz e Ulisses Barbosa
Diretora: Emilia Cordeiro
e-mail: imprensa@osasco.sp.gov.br

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Bullying uma reflexão

Tenho acompanhado os noticiários nacionais e internacionas que tratam da violência em escolas. Não quero aqui discutir como definir o que vem acontecendo nas escolas do nosso Brasil, por isso vou utilizar o termo em inglês.
Há tempos tenho pensado em escrever sobre esse tema, porém ao ler no Jornal Debate online sobre o ocorrido na Escola Estadual José Ariano Rodrigues em Lins, penso que não devo me calar.
“O Bullying é um problema que está ocorrendo no mundo inteiro. O termo descreve atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um ou mais indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia, sem motivação aparente, mas numa relação de força ou poder desigual”. Essa definição é encontrada em diversas fontes.
Todos nós nos lembramos de uma ou outra briga que tivemos nos tempos de escola. Era coisa de moleque. Ramente se ouvia falar em briga de meninas. Eram brigas “de mão” e alguns dias depois voltava a amizade.
Mas, o que vemos hoje é estarrecedor. Chegamos ao ponto de crianças levarem armas para as escolas, planejar vinganças e o pior de tudo estorquir amigos sob o pretexto de dar proteção ou para não baterem no mesmo. Muitas das agressões acontecem pelo simples fato de não emprestar um lápis ou caneta.
Nós pais e mães precisamos entrar nesse debate. Devemos construir um novo processo pedagógico. É evidente que as nossas crianças de hoje sabem muito mais que os nossos jovens de ontem. A tecnologia é extremamente superior e mal sabemos manusear. Muitas vezes pedimos para nosso filho de oito anos configurar nossa celular ou computador. É a tão sonhada modernidade ou pós modernidade.
Em Lins já ocorreram situações semelhantes a agora noticiada, outras talvez nem chegamos a saber por acharmos que isso é normal.
Na minha modesta opinião estamos em um ciclo muito perigoso. A violência tem aumentado muito e cada vez em idade menor. Dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística demostram que perdemos muitos jovens em função da violência.
Aumentam os casos de professores humilhados e agredidos nas escolas por crianças e adolescentes. Isso atinge todas classes sociais. O que me preocupa é que qualquer dia desses pode ser o meu ou o seu filho que aparecerá em manchetes de jornais sendo agredido ou como agressor.
Devemos garantir o direito de ir e vi a todos os seres humanos. Também, não podemos deixar avançar qualquer tipo de discriminação. Pelo contrário, temos que garantir o direito à vida, à dignidade, o respeito pelas opções pessoas, sejam elas de credo religioso, profissional, esportiva, sexual, cultural, política ou qualquer outra. O tempo por si só não resolverá. A situação é grave e temos que agir agora para que no futuro não nos lamentemos.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Em novo jingle, 'Lula' canta para Dilma

Deixo em tuas mãos o meu povo
E tudo o que mais amei
Mas só deixo porque sei
Que vais continuar o que fiz
E meu país será melhor
E o meu povo mais feliz
Do jeito que eu sonhei e sempre quis
Quando passo no meu Nordeste
Vejo o quanto já fizemos
Mas ainda o que farás
Sei pelo Sul tu tens carinho
Porque ele te acolheu
Quando precisar vás mais
Sei que amas o Sudeste
Meu São Paulo, nosso Rio
E tua Minas Gerais
Que te viu jovem e valente
E logo te verá
Primeira presidente
No Norte sei que jamais
O povo a mata e as águas esquecerás
E do Centro-Oeste eu sei que cuidarás da semente
que com muito amor plantei
Agora as mãos de uma mulher vão nos conduzir
Eu sigo com saudade, mas feliz a sorrir
Pois sei, o meu povo ganhou uma mãe
Que tem um coração que vai do Oiapoque ao Chuí

quarta-feira, 30 de junho de 2010

São Paulo tem os pedágios mais caros do mundo

Quem utiliza as estradas paulistas a partir de amanhã, quinta-feira terá que preparar o bolso, as tarifas de pedágios das rodovias concedidas do Estado de São Paulo vão subir. Segundo a Artesp – Agência de Transporte do Estado de São Paulo, que regula o setor, o reajuste varia entre 4,17% e 5,21%, dependendo de quando a estrada foi entregue à iniciativa privada.
As rodovias mais antigas, com concessão entre 1998 e 2000, vão ter o aumento com base no IGP-M (4,17%). Já as mais recentes, como o trecho oeste do rodoanel e a Ayrton Senna, o reajuste tem como base o IPCA (5,21%).
O aumento atinge todos os brasileiros que circulam ao longo dos mais de 5.306 km de estradas. Na Imigrantes, por exemplo, que liga a capital paulista ao litoral sul, o preço vai aumentar de R$ 17,80 para R$ 18,50. Na Bandeirantes, o pedágio dos km 39 e 77 sobe de R$ 6,10 para R$ 6,35. Na Anhanguera o reajuste será o mesmo nas praças do km 26 e 82. Na Castelo Branco e na marginal na altura dos km 18 e 20 o valor salta de R$ 2,80 para R$ 2,90. Na Marechal Rondon, km 259, em Botucatu o valor altera de R$ 3,30 para R$ 3,45.
As estradas paulistas realmente tem boa qualidade, também é verdade que os municípios cortados pelas rodovias concedidas recebem Imposto Sobre Serviços, porém quem paga a conta é o “pacato cidadão”. Todos os produtos que chegam, passam ou saem da capital paulista terão seus preços aumentados.
De todos os lugares do Brasil, aquele que passar pelo Estado de São Paulo pagará o novo preço do pedágio. A situação fica pior para os pequenos municípios que estão ilhados e sem alternativas para escoar suas produções. É dessa forma que o PSDB administra com concessões generosas para alguns empresários e dolorosas para o brasileiro.

Para ver a tabela completa: http://www.artesp.sp.gov.br/